Relação EUA-China impulsiona soja em Chicago; confira os números no exterior e no Brasil

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O mercado brasileiro de soja apresentou poucas alterações nesta quarta-feira (26). Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, foi um dia de poucas novidades, com ofertas pontuais em um mercado nominal.

A CBOT registrou leve alta, mas a queda do dólar limitou grandes variações no mercado doméstico. Os prêmios seguem negativos para a safra nova, enquanto o produtor mantém o foco no plantio, restringindo a oferta disponível.

No mercado físico brasileiro, os preços ficaram praticamente estáveis:

Soja em Chicago

Em Chicago, os contratos futuros da soja fecharam em leve alta na Bolsa de Mercadorias (CBOT). Com o feriado de Ação de Graças se aproximando, investidores buscaram melhor posicionamento. A retomada das compras chinesas permaneceu no centro das atenções, com perspectiva de maior ritmo nos próximos dias.

A China adquiriu pelo menos 10 carregamentos de soja dos EUA, com embarques previstos para janeiro. O presidente Donald Trump destacou que as relações com a China estão “extremamente fortes” após conversa telefônica com Xi Jinping.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam a US$ 11,31 1/2 por bushel, alta de 6,75 centavos de dólar (0,60%), e março cotou-se a US$ 11,40 3/4 por bushel, com elevação de 6 centavos (0,52%).

O farelo manteve-se estável a US$ 320,40 por tonelada, e o óleo subiu 0,38 centavo (0,75%) a 51,03 centavos de dólar.

Câmbio

No câmbio, o dólar comercial encerrou em queda de 0,79%, sendo negociado a R$ 5,3330 para venda e R$ 5,3310 para compra, oscilando entre R$ 5,3320 e R$ 5,3893 durante o dia.


Fonte: Canal Rural

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